Hell`s Kitchen


Phillip Lee, chef do Hatfield's em LA.

Em meio ao fogo e o vapor da cozinha, o flash dos metais das panelas e facas, os ferro dos fogões e o branco imaculado dos jalecos destacam as cores das tatuagens cada vez mais comuns em chefs de cozinha.

A tatuagem tem sido a expressão do individualismo preferida entre os chefes, uma forma de rebelião contra o ambiente ‘careta’ das cozinhas. Para os chefs, como para os prisioneiros ou militares, a tatuagem é uma marca registrada que pode ser usada além do uniforme.

Em escolas de gastronomia e nas cozinhas profissionais, chefs são despidos de anéis, relógios, brincos e pulseiras. As roupas são trocadas por jalecos e aventais brancos, o uniforme do chef. Alguns lugares como a famosa e mais antiga escola de gastronomia Le Cordon Bleu proíbem até cigarros e perfumes, pois em teoria, inibem os sentidos como o paladar e o olfato.

A criatividade vai além dos sabores e cores da cozinha, entre caveiras e rosas, eles ostentam facas, chamas, alimentos e tudo que remete a paixão por cozinhar.

André Mifano, chef e apresentador do programa Taste It

Henrique Fogaça, chef do restaurante Sal, SP.

Alex Atala, chef do restaurante D.O.M, SP.

Luciano Felix, chef do Espaço ID, SP.

Chuck Hudges, chef e apresentador do programa Receitas do Chuck.

Checho González, chef do restaurante Ají, SP.

Daniela Bravin, sommelière do Ici Bitrô, Tappo Tratoria e 210 Dinner, SP.

Carolynn Spence, chef do Chateau Marmont, LA.

Joshua Smith, chef do Church & State em LA.

Michael Voltaggio, chef de cuisine no The Langham, LA.

Chef Justin Simoneaux