Rock socks!


Se você acha que meias servem só para esquentar os pés e dar um charme no visual, erraram! O fotográfo britânicoThorm Moore, teve a brilhante ideia de reproduzir capas de discos famosos utilizando meias na composição das artes.

O registro completo do artista, pode ser visto no site: Famous album covers recreated with my socks (capas de álbuns famosos recriadas com minhas meias), onde discos icônicos como dos Strokes, do Velvet Underground, do Primal Scream, do Mettalica e do Pink Floyd ganharam versões divertidas e inusitadas, criadas e registradas por Moore. Vale a pena conferir!

“Is This It” (2001), dos Strokes

“The Velvet Underground & Nico” (1967), do Velvet Underground

“The Dark Side of the Moon” (1973), do Pink Floyd

“Screamadelica” (1992), do Primal Scream

“Black Album” (1991), do Mettalica

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JULIANNE HOUGH rocks!


Julianne Hough, a atriz do filme Rock of Ages é capa da Glamour América de Julho.

E aí? Ansiosas para a estréia de Rock of Ages?

Leia antes de cortar!


Não tem nada mais irritante que etiqueta de roupa pinicando, não é mesmo? Pois é, mas antes de sair cortando freneticamente a bendita etiqueta, é legal saber que ali estão informações importantíssimas para a conservação da sua peça!

A etiqueta da roupa existe para ajudar… À primeira vista, parece complicado, concordo. Mas quando a gente presta atenção direitinho, percebe que não é um bicho de sete cabeças. E para não ter confusão, a simbologia é a mesma no mundo todo e vem sempre na mesma sequência.

Esses símbolos nada mais são do que instruções do que você pode ou não fazer na hora de lavar, alvejar, secar e passar.  E com a variedade de tecidos no mercado, é muito importante ler a etiqueta para saber como tratar o tecido na hora da lavagem, veja só:

1º:  Lavagem – envolve temperatura, enxágue, centrifugação e instruções para lavar a peça à mão ou não.
2º: Alvejamento – indica o uso ou não do cloro no processo da lavagem.
3º: Corresponde ao processo de secagem, que pode ser natural (em varal) ou em tambor (na secadora roupas), e como ela deve ser feita.
4º: Este símbolo mostra as recomendações na hora de passar, se ela pode ser passada a ferro, e qual a temperatura ideal para isso.
5º: O último símbolo fala sobre a limpeza a seco. Mas com esse, você não precisa se preocupar tanto, essas informações são para a equipe da lavanderia, quando a sua peça precisar de um tratamento mais profissional, certo?

Agora vamos à parte prática:

Usado, vintage ou retrô?


Você sabe qual é a diferença entre usado, vintage e retrô?

Parece que virou moda dizer que uma peça antiga é uma peça vintage, né? Por exemplo: Encontrei uma jaqueta de couro vintage maravilhosa no armário da minha mãe!

Bem, não é exatamente assim que as coisas funcionam…

Vintage é um termo em inglês dado a colheita de vinhos. Vem de “vint” relativo à safra de uvas e “age” de idade. A melhor tradução seria “boa safra”.

Para ser considerada uma peça vintage, a roupa precisa cumprir certas exigências:

1) A roupa tem que ter pelo menos 20 anos de existência

2) Não ter sido customizada – bordados, recorte nas mangas, mudança drástica de comprimento…

3) Representar uma tendência, uma década, ou o estilo de um estilista específico.

Por exemplo, um smoking Yves Saint Lauret feito na década de 1960 é uma peça vintage. Um blazer com corte incrível achado em um brechó mais maravilhoso ainda, é apenas uma peça usada – nem por isso menos interessante.

Mas, e o retrô?

Retrô (em inglês, retro) significa para trás. É o relançamento de uma moda, ou seja, uma peça nova com estilo e modelagem que remetem aos anos 60, 50, 40… O retrô se refere à réplica de objetos antigos, uma releitura do passado. Sabe aquele vestidinho de poás lançado ainda este ano com estilo anos 50? É uma peça retrô!

Ou seja, vintage é antigo de verdade e histórico, retrô é atual com referência vintage e cara de antiguinho. Essas expressões podem ser usadas não somente na moda, mas também na fotografia, arquitetura, decoração e por aí vai…

OMG, Shoes!!!


Já estavam com saudades do It Some Girls? Eu também!!! Depois de uma semana corrida, volto para mostrar a vocês os sapatos mais legais do mundo!

“Quando eu criar eu quero ser a conversa da sala”, diz Taylor Reeve.  “Eu estou sempre pensando na garota badass, única ,sexy e desejada. A menina que não tem medo de expor sua opinião, a menina cuja confiança vai além. A menina que constrói seu próprio estilo e arrasa”

Essa é a Taylor, uma jovem artista norte-americana sediada em San Diego, Califórnia.  Além de ser designer de calçados, já trabalhou para a Quicksilver e SkullCandy e também faz grafite nas horas vagas. Foi juntando a paixão por artes plásticas e o talento para criar sapatos que Taylor chegou à sua máxima performance criativa: Ela fez um híbrido do que pareciam ser mundos completamente distintos – uniu o glamour e a extravagância dos sapatos de salto à cultura pop marginal e criou a divertida  coleção “Taylor Says”.

A coleção é, no mínimo, bem original. Taylor segue o exemplo de Louboutin e deixa a sua marca no solado, mas ao invés da sola vermelha, marca registrada do estilista francês, a moça imprime em cada sapato os seus desenhos exclusivos: Caveiras de açucar, Pin-ups, Zumbis,Tattoos e etc. todos pintados a mão usando a técnica do grafite. O modelos são únicos  e vendidos em média por 500,00 reais no Etsy. Não são o máximo?!

A história da arte…Nas unhas!


Na próxima vez que você escolher um esmalte lembre-se que esse ritual se repete há 7.000 anos. Isso mesmo – a história do esmalte ou nail art é longa e cheia de altos e baixos, momentos geniais, apetrechos e muito mais.

O It Some Girls retrocedeu na história para entender melhor a prática da decoração dos dígitos que se estende por civilizações e continentes. Aparentemente, nós não somos as únicas que gostam de ter as unhas feitas.

Com vocês, a ilustre história ilustrada das unhas:

5000 aC – Embora a origem exata dos cuidados com as unhas seja obscuro, muitas  fontes dizem que tudo começou na Índia, as mulheres tingiam suas mãos com henna – prática que continua até hoje.

 

 

 

 

 

 

 

 

3000 aC – Os chineses criaram uma complexa formula de goma-arábica, gelatina, cera, tintas vegetais e clara de ovos. Pétalas de rosa e orquídea contribuíram para produzir tons do rosa ao vermelho, mas a aplicação do “esmalte” era complicada e por vezes, deveria ser feita durante a noite, para produzir um efeito pigmentado diferente.

 

 

 

 

 

600 aC Durante a dinastia chinesa Chou, os aristocratas preferiam exibir longas unhas prateadas e douradas. Ponteiras adornadas com jóias protegiam as unhas e eram símbolo de riqueza.

 

 

 

 

 

 

 

 

0-1800 AD – Por um longo período durante a Idade Média, fazer as unhas era  mais ou menos considerado uma coisa do passado. De fato, era a idade das trevas! Foi durante a Renascença que a velha tradição de fazer as unhas voltou a moda entre as ricas mulheres europeias – embora evitassem qualquer tipo de pigmento.

No entanto, houve um ponto positivo neste período; no século 15, oceanos de distância, os Incas inventaram as “unhas artisticas” que conhecemos hoje, eles decoravam as unhas com complexas imagens de águias.

 

1800 – 1900 – Na era vitoriana usavam somente um simples óleo vermelho claro polido com camurça. Esse tratamento minimalista foi em parte devido aos transparentes ideais de beleza interior, higiene física e pureza moral. A etiqueta recomendava somente suco de limão e vinagre para clarear as pontas das unhas, Flauber comparou em seu mais famoso romance (1856) as unhas de Emma Bovary com o mais claro e limpo marfim.

 

 

 

 

1920 – A era irreverente melindrosa dos anos 20 vestia roupas novas e uma nova atitude. Revigorou a cena das unhas com o vermelho old-school, assim como a manicure meia lua.

 

 

 

 

 

 

 

 

1930 – Em 1932, A Revlon lança a sua primeira linha de esmaltes com cores nunca vistas antes! Era possível estar na moda de forma bem econômica durante a Depressão. Inspirado nas tintas automotivas, o maquiador Frances Michelle Menard teve a ideia de usar cores solidas ao invés de somente tingir as unhas. A partir daí, os irmãos Revlon e o químico Charles Lachman colocaram a mão na massa e criaram o esmalte que conhecemos hoje.

 

 

 

1930 – 1950 – Em 1934, o dentista Maxwell Lappe criou o primeiro conjunto de unhas postiças para os pacientes que roíam unhas. Em 1955, outro dentista, Frederico Slack, que após tentar consertar uma unha quebrada com o acrílico, acidentalmente inventou as chamadas extensões de acrílico para unhas.

 

 

 

 

 

 

1960 – Unhas em tons pastel eram populares nos anos 60. Estrelas como Farrah Fawcett e Goldie Hawn combinavam as cores das unhas com os olhos e os cabelos. As unhas ficaram mais naturais.

 

 

 

 

 

 

 

 

1970 – A prática de aplicar longas unhas falsas tornou-se generalizada. Para corresponder a demanda, o número de salões cresceu consideravelmente. Em 1976, o norte-americano Jeff Pink criou a francesinha, perfeita para as ocupadas estrelas de Hollywood.

 

 

 

 

 

 

 

1980 – Assim como na moda, houve uma explosão de esmaltes coloridos e nada tímidos. Tinha de tudo, do neon ao glitter.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

1990 – Os anos 90 trouxeram o minimalismo, cores tradicionais como vermelho, nude, e rosa voltaram à moda. Os fãs do grunge também tiveram seus momentos, com esmaltes propositalmente lascados.

Até pouco tempo atrás houve um revival da modinha, lembram?

 

 

 

 

 

 

2000 – Com texturas modernas, brilhos e enfeites, as unhas passaram de simples à um plano elevado. Tem havido um nível de interesse sem precedentes nas unhas artísticas ou nail art, bem como na industria das unhas. Hoje, mãos bem feitas não é somente uma questão de higiene e boa aparência, mas sim um acessório poderoso na hora de compor um look, além de refletir a personalidade e o estado de espírito.

 

 

 

 

Qual a história das suas unhas? Conte para a gente, qual é a sua moda e estilo preferido!

Adele no Grammy 2012 – unhas Louboutin inspired


Toda trabalhada na sola e nas unhas, a cantora Adele exibiu no Grammy Awards 2012, um visual glamuroso e clássico – vestido Armani, joias Cartier, batom vermelho matte e  unhas idênticas aos sapatos Louboutin: glitter prateado na parte superior e esmalte vermelho no interno da unha, reproduzindo as famosas solas do sapateiro.

Você sabia que Christian Louboutin criou sua marca registrada usando esmalte de unhas? Em 1993, enquanto o guru dos sapatos trabalhava em sua nova criação, sua assistente pintava as unhas ao seu lado. Louboutin, imediatamente se inspirou no vermelho cereja e pintou a sola do sapato com o esmalte. Pronto, e assim nasceu as mundialmente famosas solas vermelhas.

Gostou da ideia? Veja como é fácil fazer as unhas Louboutin inspired:

O que você vai precisar:

  1. Esmalte vermelho
  2. Esmalte preto ou qualquer outro de sua preferência. Para as unhas da Adele, você vai precisar de um esmalte prata com glitters.
  3. Cotonetes
  4. Removedor de esmaltes

Primeiro passo:

Pinte o lado interno das pontas das unhas. Aplique duas mãos de esmalte vermelho em todas as unhas. O esmalte da foto é It`s Rainning Men da Deborah Lippman, mas você pode utilizar qualquer esmalte vermelho, minha sugestão é o Antares da Big Universo.

Segundo passo:

Limpe o excesso das pontas com o cotonete ou palitinho e algodão.

Terceiro passo:

Primeiro aplique base incolor e depois duas mãos de esmalte preto, o da foto é o Onix da OPI, mas você pode utilizar outro esmalte, eu adoro o Black da Colorama. Finalize com extra brilho para um efeito brilhante e durador.

Voilá, unhas de rica!

Black Milk e as leggings mais legais do mundo!


Sabe aquelas leggings que a gente vê por aí, morre de paixão e não encontra em nenhum lugar para comprar? Na Black Milk tem!

A marca australiana começou pequenininha e hoje é bem famosa por suas estampas. Além das leggings, tem maiôs e vestidos incríveis! Uma das estampas mais pedida é a galaxy print, famosa entre os geeks.

A Black Milk só vende pelo site e entrega no Brasil!!

 

Kat Von D e sua Cathedral leggings

DIY – Glitter shoes para brilhar no fim de semana


Aproveitando minha obsessão por tudo que brilha, resolvi colocar a mão na massa e testar meu próprio DIY (faça você mesmo em inglês). Escolhi como cobaia uma sandália velhinha esquecida no armário, mas você pode aproveitar sapatilhas, tênis, botas, scarpins, carteiras, clutches, cintos, etc… No caso, eu usei brocal (um tipo de glitter mais grosso) prata misturado com um pouco de glitter normal preto para escurecer o tom, isso é opcional. O processo é rápido e o melhor, pode ser usado no mesmo dia!

O que você vai precisar:

  • Cola Pano
  • Brocal prata
  • Glitter preto
  • Fita crepe para isolar as partes que você não quer aplicar
  • Pincel (eu usei um pincel de base velho, mas pode ser qualquer um de cerdas duras)
  • Lixa de unha para dar acabamento

Trabalhe em cima de uma revista velha ou jornal. Fica mais fácil para limpar.

Isole todas as partes que você não quer o glitter. Se for aplicar no calçado todo, isole também a sola e coloque um jornal por dentro.

Aplique a cola direto na superfície. Se ela for muito lisa, dê uma lixada de leve antes de aplicar a cola para aumentar a aderência.

Espalhe com pincel.

Jogue o glitter aos poucos, como se estivesse usando um saleiro e espalhe por toda superfície de maneira uniforme.

Depois de aplicar, dê leves batidinhas para tirar o excesso. Deixe secar por uns 20 minutos ou até ficar bem seco.

Repita o processo. A cobertura deve ser toda por igual, sem falhas.

Deixe secar. Depois de seco, lixe as bordas para retirar os excessos.

Pronto! Já pode brilhar de sapato de novo!!

Navy Smoky Eye


Nem todo esfumado precisa ser preto, que tal experimentar outras cores como o azul navy metálico? Nesse vídeo a maquiadora Kay Montano ensina a fazer um olho esfumado diferente!

Você pode variar as cores: marrom, berinjela e verde também fazem esfumados lindos.

* Dicas incríveis da Kay:

Esfumar delineador preto em gel rente ao cílios para fixar melhor a sombra azul.

Aplicar sombra azul cremosa por cima do esfumado ( pode substituir por sombra em pó)

Contornar os cantos com uma sombra mais escura para dar profundidade.

Vídeos do VodPod não estão mais disponíveis.

Olha o esfumado azul aí!

Desfile coleção primavera/ verão da Rodarte 2012. Van Gog serviu de inspiração para a grife:

The Starry Night, de Vincent Van Gogh (1889)