A descendente Shailene Woodley


Aos 21 anos, a atriz que ficou conhecida pelo público adolescente na série “The Secret Life of the American Teenager”, está despertando a atenção dos adultos como a filha mais velha de Jorge Clooney em  “Os Descendentes”. Bonita e talentosa, foi indicada como melhor atriz coadjuvante no Golden Globes e no Independent Spirit Awards desse ano. Com o filme, vieram os eventos, e com os eventos, um look mais lindo que o outro! Tudo bem feminino e atual, uma graça! Esperta, a atriz declarou que já contratou uma stylist, então com certeza a veremos em muitos outros looks bacanas!

 

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Como se fosse ontem…


Brad Elterman teve a adolescência dos sonhos de qualquer jovem nos anos 70. Natural de Los Angeles, em 1974 com 16 anos, ele teve a sorte de fotografar um show de Bob Dylan, a partir dai foi um passo para estar metidos nas melhores festas e inferninhos de Hollywood na companhia de rock stars, astros do cinema e groupies. Mesmo diante de todas as tentações o jovem Brad se profissionalizou e suas fotos correram o mundo, algumas delas podem ser conferidas no livro Like It Was Yesterday: The Photographs of Brad Elterman. Hoje, com 50 anos, Brad relembra os áureos tempos onde as pessoas não mediam esforços para festejar: “Os anos 70 eram um tempo especial, existia mágica. Nos anos 80, tudo começou a perder um pouco a graça”.

O trabalho de Brad chama atenção pelo grau de intimidade que ele tinha com os famosos. Com seu jeito tímido, ganhou a confiança de gente que parecia ser inatingível: “É importante que as pessoas tenham confiança em você. Na época, eu era um adolescente cabeludo e tímido. Era um lance meio parecido com o que acontece no filme Quase Famosos. Por isso fui aceito no circuito dos figurões. Perceberam que eu estava lá como um amigo, sem a intenção de fazer algum tipo de sacanagem ou de me aproveitar das situações”.

Hoje Brad ainda trabalha com fotografia, mas prefere ficar por traz das câmeras, pois não vê sentido em fotografar as celebridades atuais: “Vou fotografar quem? Britney Spears, Paris Hilton? Essa gente não me interessa. Não basta ser celebridade, tem que ter pelo menos um pouco de talento. E não enxergo muito isso hoje em dia”. Faz todo sentido Mr. Elterman…

!974 – Bob Dylan através dos olhos do fotografo.

Bob Dylan e Robert De Niro

John Travolta e Olivia Newton John

Brooke Shields e Gene Simmons – Essa foto foi tirada em 1979 na festa da banda Blondie     na loja Fiorucci em Beverly Hills. A imprensa queria exatamente isso, uma imagem divertida de uma celebridade internacional e um rock star. Os japoneses ficaram loucos, Brooke tinha só 13 anos.

!977 – Debbie Harry, no primeiro show da banda Blondie em Los Angeles no clube Wiskey A Go Go.

Joan Jett no Whiskey A Go Go em 1977.

Tirar uma foto do Bowie era missão praticamente impossível, Brad não era conhecido e somente alguns fotógrafos tinham acesso a ele. Brad ficou sabendo que Bowie estava gravando até tarde no estúdio Cherokee Recording Studios em Fairfax Blvd em  Hollywood, o garoto matou aula e correu logo cedo para a frente do lugar, às seis da manhã ele conseguiu a foto e um bom dia do ídolo.

1981 – Duran Duran no Riot House. Como a banda ainda não conhecia Los Angeles, Brad fez um tour com os caras pela Sunset Strip em seu Mercedes.

1977 – Festa no hotel Beverly Hills.

1978 – Bebe Buel e Stiv Bators, vocalista da banda Dead Boys na festa da Fiorucci em Beverly Hills. A grife Fiorucci era famosa pelas roupas ousadas e pelas festinhas divertidas.

Brad tinha uma grande amizade com os Ramones, frequentavam lugares como Duke’s Coffee House na Santa Monica Blvd e Tropicana Motor Hotel, lugares frequentados por punks e rockers. Joe foi fotografado no estacionamento de um estúdio em Hollywood.

1977 – Cherie Currie fumando em sua cama. A imprensa queria fotos como essa, a intimidade das The Runaways, como Brad era muito amigo das garotas, ele conseguia as melhores poses.

I want your bussiness card! Em 1978, em uma visita do Led Zeppelin a Los Angeles, Brad conseguiu a foto e um xingo de Robert Plant.

1976 – Foto encomendada pelo London Daily Mirror, Rod Stewart paquerando uma garota.

Brad Elterman e seu livro.

Veja mais fotos e histórias no site de Brad Elterman.

Perfumes


O perfume é uma mistura de óleos essenciais aromáticos, álcool e agua, utilizado para proporcionar um agradável e duradouro aroma ao corpo. NÃO É SÓ ISSO!! Por traz do perfume que usamos hoje tem toda uma história tão antiga quanto a humanidade. Confira os passos dessa história até os atuais frasquinhos que tanto amamos:

Pré-história: Homens das cavernas melhoravam o gosto dos alimentos queimando madeiras e resinas.

Egito Antigo: Para ritos religiosos os egípcios honravam seus deuses “esfumaçando” os ambientes e produzindo óleos perfumados.

Grécia Antiga: Os gregos usavam perfumes que tivessem características medicinais, essas novas fragrâncias eram trazidas através de suas expedições.

Império Islâmico: Uma contribuição fundamental para a evolução da perfumaria foi a invenção do alambique, pois após esse acontecimento foi possível começar a destilação de  matérias-primas.

Século XII: Para higiene pessoal e para prevenir doenças, os cristãos usavam fragrâncias. Em 1370, o primeiro perfume a base de álcool foi feito especialmente para a rainha da Hungria, Elizabeth.

Século XVI: Fato importante foi quando houve a fusão de duas profissões: a de curtir o couro e a de perfumista, pois a moda dessa época eram as luvas perfumadas usadas pelos nobres da corte.

Idade Média: O perfume é muito usado nos ambientes de banhos públicos.

Século XVII: Época do auge de fragrâncias “animálicas” (extraído de animais). Perfumes intensos com civete e musk.

Renascimento: O auge da moda são os perfumes com fragrâncias doces, florais ou frutais.

Século XVIII: Os cristãos passam a perfumar as cinzas na Quarta Feira de Cinzas. Nesta época os perfumes começam a serem reconhecidos por sua sedução e sensualidade, surgem várias novas fragrâncias e frascos diversificados.

Século XIX: A França se torna capital mundial da perfumaria, através da cidade de Grasse, região de Provence.
Os aromas encontrados na natureza são reproduzidos artificialmente através da química, dai o surgimento das matérias primas sintéticas.

Campos de lavanda em Grasse.

1900 – 1920 – A virada do século e a eletricidade marcaram o início de uma nova era.
Madame Curie descobriu o urano, época em que os primeiros Zepelins atravessavam o céus…
É lançado o Chypre com aromas de patcholi e musgo que deram nome a várias famílias futuras, inspirando muitos clássicos nas décadas seguintes. Nessa época as mulheres começaram a trabalhar.

ANOS 20 – Época do Charleston e das novas notas olfativas para tentar acompanhar a evolução da moda. A década de 20 foi uma das mais criativas na área da perfumaria.
Nasceu Chanel nº 5, o primeiro perfume com materiais sintéticos. Aliás, ao que parece, um assistente do perfumista francês Ernest Beaux teria errado na composição da fórmula da fragrância encomendada pela figurinista Coco Chanel. Em vez de apenas 1% de aldeído undecilênico, a solução recebeu acidentalmente uma dose dez vezes maior. A fragrância resultante foi considerada extraordinária e deu início a um “boom” no uso dos aldeídicos na fabricação de perfumes.

Shalimar Guerlain, 1925

ANOS 30 – Notas orientais (misturas com baunilha) são o máximo da época e dá-se o retorno de algumas fragrâncias clássicas. Greta Garbo, Katharine Hepburn e Jean Harlow dominavam as telas de cinema. Contrariando os tempos de crise, o estilista Jean Patou lançou Joy, o perfume mais caro do mundo. 

ANOS 40 – Paris era a capital do luxo e Nova Iorque ditava o contemporâneo. Hollywood virou a fábrica de sonhos. Os cabelos de Rita Hayworth inspiravam a moda e as curvas de Mae West motivaram a criação do perfume Femme de Rochas.

Femme de Rochas

ANOS 50 – A sofisticação e a inocência de Audrey Hepburn foram traduzidas no perfume L’Interdit de Givenchy. Chanel nº5 ganharia a mais célebre das garotas-propaganda, que confessava dormir apenas com algumas gotas do perfume: Marilyn Monroe.

L interdit, Givenchy

ANOS 60 –  Beatles e os Rolling Stones embalavam o rock dos anos 60. Surgiam as minissaias e a modelo Twiggy, musa da extrema magreza. As grandes mudanças de comportamento eram marcadas por fragrâncias que evocavam a liberdade. Em plena era de Woodstock, as notas florais e aldeídicas são predominantes em quase todas as criações. Madame Rochas foi inspirado no Chanel n 5 mas com um toque de modernidade.

Madame Rochas

ANOS 70 – A grande descoberta da época foi a categoria dos orientais para as mulheres que gostavam de provocar. Yves Saint Laurent lança o Opium.

ANOS 80 – Época do consumismo. Surgiram os florientales. Houve um aumento dos perfumes florais doces.  Dior lança o Poison.

Poison da Dior. Repare que a imagem da mulher diante do espelho forma uma caveira.

ANOS 90 – A década foi marcada pela globalização e pela interatividade e a perfumaria por dois ícones: o unissex CK One e o saboroso Angel. A moda voltava-se para o minimalismo.

 2000  – Volta ao romantismo, florais, novos aldeídicos, novos Chypres, novos orientais. Releitura dos clássicos com formulas mais modernas.

Hoje os perfumes são muito acessíveis, tem para todos os gostos e bolsos. Fiz uma Wishlist com os últimos lançamentos, confira;

Mix feliz de framboesas e peônias, fora a embalagem linda do Oh, Lola - Marc Jacobs

Vanilla e Sândalo trazem a sensação de conforto de um abraço quente. DKNY - Golden Delicious

A embalagem Art Nouveau é um chame a parte. O Prada Candy enche a boca d`agua com um mix de mel, baunilha e caramelo, bem docinho e feminino.

O Fan di Fendi tem cheiro de rica e atrai riqueza com notas de couro, tangerina da Calábria e jasmim. O frasco é uma verdadeira jóia.

O Body da Burberry é para se sentir feminina e poderosa, ele traz notas de absinto verde, associado ao frescor do pêssego, rosas, frésias e íris. O toque final fica por conta das notas de sândalo, âmbar, almíscar e baunilha.

CK One Shock é para chegar e roubar a atenção, ele tem notas de jasmim e de frutas mergulhadas em chocolate. Yummmy!!

Trésor Midnight Rose traz o mistério da flor que só abre a meia noite. Notas de groselha negra e pimenta rosa.

O Too Too da Betsey Johnson lembra alegria e vontade de dançar, graças as notas de morango e maracujá. Pena que ainda não tem no Brasil mas dá para encontrar nas Sephoras gringas.